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Manutenção de Subestação Elétrica: como reduzir o risco de falhas e paradas na indústria

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Manutenção de Subestação Elétrica

Manutenção de Subestação Elétrica: Uma subestação elétrica pode passar anos funcionando aparentemente sem apresentar problemas.

E é justamente aí que mora o perigo.

Diferentemente de uma máquina da produção, que muitas vezes apresenta ruídos, vibrações ou perda de desempenho antes de uma falha, diversos componentes elétricos podem sofrer degradação de maneira silenciosa.

Quando um problema finalmente aparece, o impacto pode ser significativo.

Uma falha na entrada principal de energia pode afetar não apenas uma máquina, mas setores inteiros ou até toda a operação.

Por isso, uma indústria que depende de média ou alta tensão precisa tratar a manutenção de subestação elétrica como parte estratégica do plano de manutenção.

Mais do que reparar equipamentos depois de uma falha, o objetivo é identificar sinais de degradação antes que eles evoluam para uma ocorrência capaz de comprometer a produção.

Por que a subestação elétrica é tão importante para uma indústria?

A subestação funciona como um dos principais pontos de distribuição de energia de uma instalação industrial.

Dependendo da configuração da empresa, ela recebe a energia fornecida pela concessionária e realiza a transformação e distribuição para os níveis de tensão utilizados pelos equipamentos e sistemas internos.

A partir dela são alimentados diversos elementos essenciais para a operação, como:

  • painéis elétricos;
  • motores;
  • máquinas;
  • sistemas de refrigeração;
  • compressores;
  • bombas;
  • sistemas de automação;
  • utilidades industriais.

Por isso, um problema nesse ponto pode ter consequências muito maiores do que uma falha localizada em uma única máquina.

É justamente por esse motivo que a manutenção preventiva de subestação merece atenção especial.

Por que uma subestação pode falhar mesmo funcionando normalmente?

O fato de uma instalação estar funcionando não significa necessariamente que todos os seus componentes estejam em boas condições.

Equipamentos elétricos estão sujeitos ao envelhecimento e a diferentes esforços ao longo do tempo.

Entre eles estão:

  • aquecimento;
  • ciclos de carga;
  • vibração;
  • umidade;
  • poeira;
  • oxidação;
  • esforços elétricos;
  • degradação dos materiais isolantes;
  • afrouxamento de conexões.

Em muitos casos, esses problemas começam de maneira discreta.

Uma conexão com resistência elevada, por exemplo, pode gerar aquecimento progressivo.

Um material isolante contaminado pode perder desempenho.

O óleo de um transformador pode apresentar alterações que indicam envelhecimento ou outras condições que merecem investigação.

Por isso, esperar um equipamento apresentar uma falha evidente para iniciar a manutenção pode aumentar significativamente o risco operacional.

O que acontece quando uma subestação elétrica falha?

O impacto depende do componente afetado e da arquitetura elétrica da instalação.

Entretanto, uma ocorrência pode provocar:

  • desligamento de setores;
  • parada da produção;
  • perda de processos;
  • danos em equipamentos;
  • necessidade de manutenção emergencial;
  • interrupção prolongada do fornecimento interno;
  • custos com peças e componentes;
  • perda de produtividade.

Existe ainda uma diferença importante entre manutenção preventiva e corretiva.

Na manutenção programada, a empresa consegue planejar a intervenção.

É possível definir uma janela de parada, organizar equipes, preparar ferramentas, separar peças e informar a produção.

Em uma falha emergencial, a situação é completamente diferente.

O problema determina quando a produção vai parar.

E, em instalações críticas, o componente necessário para o reparo nem sempre está disponível imediatamente.

Manutenção preventiva ou corretiva: qual é mais vantajosa?

A manutenção corretiva sempre terá seu espaço.

Nem toda falha pode ser prevista.

Entretanto, quando falamos de equipamentos estratégicos e de alto valor, depender exclusivamente da manutenção corretiva aumenta a exposição da operação.

Transformadores, disjuntores, relés, TCs, TPs e outros componentes de uma subestação podem representar investimentos relevantes.

Além disso, alguns desses equipamentos possuem características específicas e podem exigir prazos maiores para substituição ou reparo.

Por isso, a manutenção de subestação elétrica busca reduzir a probabilidade de a primeira evidência de um problema ser justamente uma parada inesperada.

O que envolve uma manutenção preventiva de subestação elétrica?

Uma manutenção adequada vai muito além da limpeza.

Cada instalação precisa ser avaliada considerando suas características, equipamentos, histórico, criticidade e recomendações técnicas aplicáveis.

Dependendo da subestação, podem ser realizadas atividades de inspeção, limpeza, reaperto, testes e ensaios.

O objetivo é construir uma visão mais completa sobre as condições dos equipamentos.

Inspeção visual da subestação

Uma boa manutenção começa pela inspeção.

Antes de executar ensaios, é importante observar as condições gerais da instalação.

A equipe pode avaliar pontos como:

  • sinais de aquecimento;
  • oxidação;
  • condição dos isoladores;
  • estado de cabos e conexões;
  • presença de sujeira;
  • infiltrações;
  • ventilação;
  • sinais de descargas;
  • estado dos painéis;
  • condições dos componentes;
  • identificação e sinalização.

Algumas não conformidades podem ser percebidas visualmente antes mesmo da execução de testes específicos.

Termografia elétrica na subestação

A termografia elétrica é uma ferramenta muito útil na manutenção de instalações elétricas.

Por meio de uma câmera termográfica, é possível identificar diferenças de temperatura em componentes e conexões enquanto a instalação está em operação, desde que a inspeção seja executada dentro das condições técnicas e de segurança apropriadas.

Pontos com temperaturas anormais podem indicar situações que merecem investigação.

Entre elas:

  • conexões com problemas;
  • aquecimento em terminais;
  • sobrecarga;
  • desequilíbrios;
  • contatos com resistência elevada;
  • anomalias em componentes.

Por isso, realizar uma inspeção termográfica antes de uma parada programada pode ajudar no planejamento da manutenção.

Se um ponto suspeito é identificado antecipadamente, a equipe consegue incluir essa região na programação da intervenção.

Limpeza técnica da subestação

Poeira e contaminantes não devem ser ignorados.

A sujeira acumulada em isoladores, painéis e outros componentes pode dificultar inspeções e contribuir para condições inadequadas, especialmente quando associada à umidade ou a ambientes agressivos.

Durante uma manutenção de subestação elétrica, a limpeza deve ser executada com métodos e produtos compatíveis com os componentes existentes.

Não se trata simplesmente de remover poeira.

A atividade precisa considerar as características dos materiais, os riscos elétricos e as recomendações dos fabricantes.

Depois da limpeza, também se torna mais fácil realizar uma inspeção visual detalhada.

Reaperto e inspeção de conexões

Conexões elétricas merecem atenção especial.

Ciclos de aquecimento e resfriamento, vibração e outras condições de operação podem contribuir para alterações nas conexões ao longo do tempo.

Quando existe uma conexão inadequada, sua resistência pode aumentar.

Como consequência, pode surgir aquecimento no ponto.

Por isso, durante uma manutenção planejada, podem ser realizadas inspeções e verificações das conexões conforme procedimentos técnicos aplicáveis.

Quando necessário, são realizados reapertos utilizando critérios e torques adequados aos componentes.

É importante destacar que não se trata simplesmente de “apertar tudo”.

Um reaperto incorreto também pode danificar conexões e equipamentos.

Ensaios elétricos em transformadores

O transformador é um dos equipamentos mais importantes de uma subestação.

Por isso, sua manutenção pode envolver diferentes tipos de ensaios.

Dependendo das características, histórico e necessidade do equipamento, podem ser executados testes como:

Resistência de isolamento

A medição de resistência de isolamento ajuda na avaliação das condições de isolamento do equipamento.

Normalmente é realizada utilizando instrumentos específicos, como o megômetro.

Os resultados precisam ser interpretados considerando fatores técnicos e o histórico do transformador.

Relação de transformação

O ensaio de relação de transformação, normalmente realizado com equipamento TTR, permite verificar a relação existente entre os enrolamentos.

Ele pode ajudar a identificar determinadas anomalias e verificar o comportamento do transformador.

Resistência dos enrolamentos

A medição da resistência elétrica dos enrolamentos fornece informações importantes para análise do equipamento.

Os resultados podem ser comparados entre fases e com dados anteriores, quando disponíveis.

Cada ensaio deve ser interpretado em conjunto com as demais informações do equipamento.

Um número isolado raramente conta toda a história.

Ensaios em disjuntores de média tensão

Os disjuntores possuem função extremamente importante dentro da instalação.

Eles precisam operar quando solicitados pelo sistema de proteção.

Por isso, a manutenção pode envolver inspeções mecânicas e elétricas e, dependendo do modelo e da estratégia adotada, ensaios específicos.

Um exemplo é a medição da resistência de contato.

O objetivo é avaliar as condições dos contatos elétricos e identificar comportamentos que mereçam investigação.

Também podem ser verificadas características mecânicas e de acionamento conforme o equipamento e as recomendações aplicáveis.

Testes e parametrização dos relés de proteção

Os relés fazem parte da proteção da instalação.

Quando ocorre uma condição anormal, o sistema deve identificar o problema e comandar a atuação dos dispositivos correspondentes conforme a filosofia de proteção adotada.

Por isso, durante uma manutenção preventiva de subestação, é importante avaliar também o sistema de proteção.

Dependendo do projeto, o trabalho pode incluir:

  • inspeção dos relés;
  • verificação de ajustes;
  • testes funcionais;
  • testes de atuação;
  • análise das parametrizações;
  • verificação da integração com os dispositivos de manobra.

Não basta ter um relé instalado.

É necessário que ele esteja configurado adequadamente e integrado à proteção da instalação.

Manutenção de TCs e TPs

Transformadores de corrente, conhecidos como TCs, e transformadores de potencial, conhecidos como TPs, também possuem papel importante nos sistemas de medição e proteção.

Durante a manutenção, podem ser realizadas inspeções e ensaios conforme as características dos equipamentos.

O objetivo é avaliar suas condições e identificar possíveis indícios de degradação.

Como esses componentes fazem parte dos circuitos de medição e proteção, problemas podem afetar outros sistemas da subestação.

Análise do óleo do transformador

Em transformadores que utilizam óleo isolante, a análise desse líquido pode fornecer informações importantes sobre as condições do equipamento.

O óleo possui funções fundamentais relacionadas ao isolamento e à dissipação de calor.

Com o tempo, diferentes fatores podem alterar suas características.

Por isso, dependendo do transformador, podem ser coletadas amostras para análises laboratoriais.

Análise físico-química do óleo isolante

A análise físico-química do óleo do transformador pode avaliar diferentes propriedades.

Dependendo do conjunto de ensaios realizado, podem ser analisados parâmetros como:

  • teor de água;
  • rigidez dielétrica;
  • acidez;
  • fator de dissipação;
  • aparência;
  • densidade;
  • outras características aplicáveis.

Esses resultados ajudam a avaliar as condições do líquido isolante.

Entretanto, eles precisam ser interpretados tecnicamente e, sempre que possível, comparados com o histórico do equipamento.

Análise cromatográfica do óleo

Outra ferramenta importante é a análise cromatográfica dos gases dissolvidos no óleo.

Determinados gases podem ser gerados em função de fenômenos térmicos ou elétricos dentro do transformador.

Por meio da análise desses gases e de sua evolução ao longo do tempo, é possível obter informações que auxiliam no diagnóstico do equipamento.

É importante fazer uma distinção.

A análise cromatográfica não garante que um transformador nunca apresentará uma falha.

Ela é uma ferramenta de diagnóstico e manutenção preditiva que ajuda especialistas a identificar indícios de condições anormais e tomar decisões com mais informação.

A importância do histórico de manutenção

Uma única medição é útil.

Uma sequência histórica de medições pode ser ainda mais valiosa.

Imagine que determinado ensaio foi realizado hoje e apresentou um valor considerado aceitável.

Dois anos depois, o teste é repetido.

O resultado ainda pode estar dentro de determinado limite, mas apresenta uma mudança significativa em relação ao histórico.

Essa tendência merece atenção.

Por isso, uma boa manutenção de subestação elétrica também envolve organização dos registros técnicos.

O histórico permite acompanhar a evolução dos equipamentos ao longo do tempo.

De quanto em quanto tempo deve ser feita a manutenção da subestação?

Não existe um único intervalo que possa ser aplicado indiscriminadamente a todas as subestações.

A periodicidade precisa considerar fatores como:

  • tipo dos equipamentos;
  • idade da instalação;
  • ambiente;
  • nível de carregamento;
  • histórico de falhas;
  • criticidade;
  • recomendações dos fabricantes;
  • resultados de inspeções anteriores;
  • normas e procedimentos aplicáveis.

Uma instalação instalada em um ambiente agressivo pode exigir uma estratégia diferente de outra localizada em condições mais favoráveis.

Da mesma forma, um equipamento que alimenta um processo crítico pode receber acompanhamento mais rigoroso.

Por isso, a periodicidade ideal deve ser definida tecnicamente.

A manutenção precisa desligar a subestação?

Algumas atividades podem ser realizadas com a instalação em operação, desde que existam condições técnicas e de segurança para isso.

A termografia é um exemplo típico de inspeção que pode ser realizada com componentes energizados justamente para observar seu comportamento térmico sob carga.

Entretanto, diversos ensaios, limpezas e intervenções exigem uma parada programada e procedimentos específicos de desenergização e segurança.

Trabalhos em instalações elétricas, especialmente em média e alta tensão, exigem profissionais qualificados e procedimentos compatíveis com os riscos envolvidos.

Por isso, todo o planejamento deve considerar segurança, produção e tempo necessário para execução.

Como reduzir o impacto da manutenção na produção?

Uma das maiores preocupações de gestores industriais é o tempo de parada.

Por isso, planejamento é fundamental.

Antes da manutenção, é possível realizar inspeções e levantar informações sobre a subestação.

A termografia preliminar, por exemplo, pode ajudar a identificar pontos que precisam receber atenção durante a parada.

Também é possível organizar previamente:

  • equipe;
  • instrumentos;
  • materiais;
  • produtos;
  • ferramentas;
  • peças;
  • escopo de trabalho;
  • sequência das atividades.

Quanto melhor o planejamento, menor é a chance de descobrir no meio da parada algo que poderia ter sido identificado anteriormente.

Segurança na manutenção de subestações

Subestações envolvem riscos elétricos elevados.

Por isso, a manutenção não deve ser executada de maneira improvisada.

A NR-10 estabelece requisitos relacionados à segurança em instalações e serviços com eletricidade e possui disposições específicas para trabalhos envolvendo alta tensão.

A execução precisa considerar, entre outros aspectos aplicáveis:

  • profissionais qualificados e autorizados;
  • procedimentos de trabalho;
  • análise de riscos;
  • medidas de controle;
  • equipamentos de proteção;
  • desenergização quando aplicável;
  • delimitação e sinalização;
  • condições específicas da instalação.

Segurança precisa fazer parte do planejamento desde o início.

Como a Uptime realiza a manutenção de subestações elétricas

A Uptime Soluções em Manutenção atua com engenharia e manutenção de instalações elétricas industriais.

Antes de realizar uma intervenção, nossa equipe busca entender as características da instalação e a criticidade dos equipamentos.

Dependendo das necessidades identificadas, o trabalho pode envolver:

  • inspeção técnica;
  • termografia elétrica;
  • planejamento da parada;
  • limpeza técnica;
  • inspeção de conexões;
  • manutenção de transformadores;
  • manutenção de disjuntores;
  • avaliação de TCs e TPs;
  • ensaios elétricos;
  • testes em relés de proteção;
  • coleta de óleo isolante;
  • análise físico-química;
  • análise cromatográfica;
  • elaboração de relatórios técnicos;
  • identificação de recomendações para manutenção.

O escopo é definido de acordo com as características da subestação.

Engenharia elétrica além da manutenção

Uma das vantagens de contar com uma equipe de engenharia elétrica industrial é conseguir analisar não apenas o equipamento isolado, mas a instalação como um todo.

Durante uma manutenção podem ser identificadas necessidades relacionadas a:

  • painéis;
  • proteção;
  • distribuição elétrica;
  • projetos;
  • instalações;
  • aterramento;
  • SPDA;
  • ampliação de cargas;
  • modernização da subestação.

Quando essas situações aparecem, é possível planejar as intervenções de forma estruturada.

Assim, a manutenção deixa de ser apenas uma atividade pontual e passa a integrar uma estratégia de confiabilidade da instalação elétrica.

Como saber se minha subestação precisa de manutenção?

Algumas perguntas ajudam a avaliar a situação.

Você sabe quando foi realizada a última manutenção?

Possui os relatórios dos últimos ensaios?

Existe histórico das análises do óleo dos transformadores?

Os relés de proteção foram testados recentemente?

Existe registro das últimas termografias?

Você conhece a condição atual dos disjuntores?

Sabe se existem pontos de aquecimento na instalação?

Possui uma periodicidade de manutenção definida?

Se várias dessas respostas forem “não sei”, pode ser o momento de realizar uma avaliação técnica.

Perguntas frequentes sobre manutenção de subestação elétrica

O que é manutenção de subestação elétrica?

É o conjunto de inspeções, testes, ensaios e intervenções realizadas para avaliar e preservar as condições dos equipamentos e sistemas que fazem parte de uma subestação.

Por que realizar manutenção preventiva na subestação?

A manutenção preventiva ajuda a identificar sinais de degradação antes que determinados problemas evoluam. Também permite planejar intervenções e reduzir a dependência de manutenção emergencial.

A termografia identifica problemas elétricos?

A termografia ajuda a identificar anomalias térmicas que podem indicar condições que precisam ser investigadas. O diagnóstico final deve considerar outras informações da instalação.

Quais ensaios podem ser feitos em um transformador?

Dependendo do equipamento e do objetivo da manutenção, podem ser realizados ensaios como resistência de isolamento, relação de transformação, resistência dos enrolamentos e análises do líquido isolante.

Para que serve a análise do óleo do transformador?

Ela ajuda a avaliar características do óleo isolante e pode fornecer informações relevantes sobre as condições do transformador.

O que é análise cromatográfica do óleo?

É uma análise dos gases dissolvidos no óleo isolante. A presença e evolução desses gases pode ajudar especialistas a investigar determinados fenômenos térmicos ou elétricos no transformador.

Toda manutenção de subestação exige desligamento?

Não necessariamente. Algumas inspeções podem ser realizadas com a instalação em operação. Entretanto, diversas intervenções e ensaios exigem desenergização e planejamento adequado.

Com que frequência a subestação deve passar por manutenção?

A periodicidade deve ser definida considerando os equipamentos, recomendações dos fabricantes, histórico, ambiente, criticidade e condições encontradas nas inspeções.

Quem pode realizar manutenção em subestações elétricas?

Os trabalhos devem ser executados por profissionais que atendam aos requisitos de qualificação, habilitação, capacitação e autorização aplicáveis, além das demais medidas de segurança previstas para serviços com eletricidade.

Não espere a subestação parar para descobrir um problema

A subestação é uma parte estratégica da infraestrutura elétrica de uma indústria.

Quando tudo está funcionando, é fácil deixá-la em segundo plano.

O problema é que algumas falhas podem evoluir silenciosamente.

Uma estratégia de manutenção de subestação elétrica permite acompanhar as condições dos equipamentos, identificar sinais de degradação e planejar intervenções antes que a situação se transforme em uma emergência.

A Uptime Soluções em Manutenção pode avaliar sua subestação e ajudar a construir um plano de manutenção compatível com as necessidades da sua operação.

Agende uma visita técnica e converse com nossa equipe sobre as condições atuais da sua subestação elétrica.

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